Quarta-feira, Novembro 28, 2007

Liber ABA

Chegou ontem o pacote da Amazon com a edição em capa dura do Liber ABA que eu comprei no início do mês.

É uma maravilha.

Contém as três partes convencionais mais a parte 4 que não se vê sempre por aí -- com relatos da recepção do Liber Legis.

A maioria dos escritos que compõe o livro eu já li mas de qualquer modo será material para uma vida inteira de estudo.

Terça-feira, Novembro 27, 2007

AJAX?

Eu não quero AJAX.

Eu quero uma ferramenta capaz de analisar em tempo de execução uma descrição de web service em WSDL e compilasse on-the-fly um objeto representativo do serviço com as operações apropriadas -- cuja implementação enviasse e recebesse as mensagens SOAP apropriadas... usando AJAX.

Segunda-feira, Novembro 26, 2007

Por que comprar um processador dual core?

Por que quando você roda o compilador, a música fica travando.

Domingo, Novembro 25, 2007

IRC e o chat multi-usuário

Conversando com amigos sobre a época em que acessávamos o mIRC percebi que a maioria das pessoas está fora das redes por falta de tempo.

Andei pensando sobre a interface de usuário dos programas de chat multi-usuário e percebi que, realmente, a maioria delas demanda constante atenção.

Como seria um cliente de IRC não-intrusivo? Um que você pudesse deixar aberto, rodando, mas não tomasse a sua constante atenção -- isto é, um que permitisse a você estar simplesmente presente?

Em sua proposta de trabalho, o Jabber se diz um protocolo para anúncio de presença. Essa idéia é interessante.

Sexta-feira, Novembro 23, 2007

Zero Hunger Program

Queria ver o pessoal anti-fome zero lendo essa reportagem sobre a fome em Nova Iorque e os programas de distribuição de comida.

Tenho certeza que eles diriam algo assim:

"Ora, lá eles fazem certo, porque lá eles dão a comida, aqui a gente dá dinheiro."

Quinta-feira, Novembro 22, 2007

japs

Habilitei a poucos dias o SCIM no meu sistema, em casa.
Incluí o suporte ao idioma Japonês usando a ferramenta de instalação do Fedora -- o que trouxe de bandeja o Anthy.

Cara.
Digamos eu eu saiba como pronunciar uma palavra -- um exemplo simples, dos primeiros que você aprende, watashi, eu.
Eu habilito o método de entrada japonês no SCIM, o plugin do Anthy entra em ação, e eu digito watashi no #cinema -- tem um sujeito lá que também "manja" o idioma.

O Anthy detecta que eu estou escrevendo a palavra watashi e automagicamente substitui os caracteres fonéticos pelo kanji correto.

Sabe quantos kanji existem no conjunto que um adulto culto deve saber para ler o jornal?
Uns 2000, 2100.
Sabe quantos eu preciso memorizar para escrever um texto em japonês no computador usando o Anthy?

Bem. A resposta pra essa pergunta é a seguinte: existem muitas palavras homófonas em japonês. Quando você digita uma dessas o Anthy substitui o kanji representativo da palavra mais comumente utilizada. Se você aperta uma certa tecla de atalho sobe uma lista com todas as variantes para você selecionar a correta.


América Latina 2

Eu concordo com esse comentário: o bate-boca ideológico sobre os líderes da América do Sul é muito guerra fria; nós estamos no século vinte e 21.

O Alon lembra bem que em plena guerra fria a Europa consumia gás Russo sem problemas.

O Azenha nos lembra que a guerra fria acabou e o mundo não está mais dividido entre nós e eles.

Por enquanto não estou lendo reportagens confusas sobre a aprovação na CCJ da entrada da Venezuela no Mercosul, apenas notas informativas tranquilas. Estou só esperando pra ver o que vai acontecer quando essa questão entrar na pauta do Senado.

Me lembro de uma nota no Globo, se não me engano, em que um sujeito era citado dizendo que se deveria emendar a constituição do Mercosul para retirar a regra que dita que os membros devem ser democracias antes da entrada da Venezuela no bloco. Quer dizer que o governo venezuelano não foi eleito democraticamente? É pra rir.

Serviços e Sistemas Autônomos

A visão da "computação autonômica" inclui a idéia de que os sistemas autônomos serão definidos pelos seus objetivos, e não pelas suas ações concretas, de modo a tornar o sistema capaz de se ajustar às condições do ambiente para sempre cumprir aquele objetivo.

Esta idéia implica a idéia de que haverá uma forma universal de expressar objetivos de sistema, e que haverão serviços universais de negócio, disponíveis.

Assim, nós poderíamos imaginar um sistema cujo objetivo é "servir o máximo de requisições no mínimo de tempo" -- um web server por exemplo -- e este sistema, digamos, possui à disposição os serviços de rede, os serviços de sistema de arquivos, os serviços de processamento e memória etc. Este sistema seria então capaz de traduzir o objetivo declarado em coreografias concretas dos serviços disponíveis, e seria capaz de alterar esta coreografia para maximizar o cumprimento deste objetivo.

Neste caso particular, em que o problema de maximização é claro, talvez o sistema periodicamente resolvesse um problema de programação linear, cuja solução equivalesse aos reajustes necessários.

Isso não soa tão difícil quanto a Inteligência Artificial.
É apenas... difícil.

Segunda-feira, Novembro 19, 2007

América Latina

Esse é o tipo de notícia que me anima muito.
Brasil e Argentina são vizinhos, cara.

Eu gostaria de ver uma malha ferroviária Brasil-Argentina.
Pegar uns quinze dias e dar um pulinho em Buenos Aires.

O sujeito disse que é melhor pra Argentina se associar ao Lula que ao Hugo Chávez. É fácil ler ali um discurso "de direita" e malhar o sujeito mas ele tem é razão. Por mais que o Chávez seja o líder socialista que o povo venezuelano quer, e nesse quesito estar cumprindo seu papel razoavelmente bem, o Chávez é maluco e fala muita merda.
Esse lance de Eu sou revolucionário e estou lutando contra a opressão é muito razoável lá pra situação dele mas não é razoável pra situação do continente. A América Latina como um todo já não sofre grandes opressões fora as opressões naturais de quem é pobre trocando com quem é rico. É um lance diferente da época em que os grandes líderes dos países eram quase todos literalmente comprados.

Há uma diferença entre o sujeito ser comprado e fuder o país por um trocado e o sujeito ser um liberal, ou direitista, ou outra coisa similar e fuder o país porque acreditar sinceramente que vender patrimônio e pegar empréstimo com o FMI é uma excelente idéia.
Acho que hoje eu posso até aceitar que os nossos líderes são incompetentes mas o problema dos líderes comprados hoje não é como na década de sessenta.

Por isso esse papo de Vamos lutar contra os americanos e tal já está passado. Hoje a américa latina não precisa de uma revolução, precisa de evolução. Os países internamente precisam melhorar a integração física -- aumentar ainda mais a mobilidade do cidadão -- e precisam melhorar a integração entre si. Precisam incentivar -- incentivar com ênfase -- a integração linguística; brasileiros aprendendo castelhano e argentinos aprendendo português. Fazer os livros circularem. Colocar Borges e Machado no cirrículo de todos os testes de português do continente.

Os jornais hoje tem uma seção Meu Estado, Brasil e Mundo.
Eu quero ver uma nova seção, América Latina.

Sexta-feira, Novembro 16, 2007

não tem caô

do lado, lado, lado de lá...

Terça-feira, Novembro 13, 2007

transhumanismo

eAgora, toma este caso dessa rapariga nadadora que inchou com bomba até dizer chega. Isso é ou não é a primeira forma do transhumanismo?

Estávamos na hora do almoço e alguém disse isso que já se vêm dizendo a anos: o esporte competitivo no nível mundial já passou dos limites naturais; ninguém consegue competir sem anabolizantes.

Isto é: o esporte competitivo no nível mundial é uma atividade para corpos humanos modificados.

A fantasia do transhumanismo ser quase sempre uma fantasia tecnológica -- sobre próteses mecânicas ou eletrônicas -- e talvez por isso essa revolução farmacológica esteja passando ao largo. (Eu posso também estar por fora dos artigos contemporâneos sobre o assunto.)

Os apetrechos tipo piercing vieram trazendo de volta a prática de perfurar o corpo e então surgiram outros tipos de implantes, como os favoritos das jovens japonesas; o bronzeamento artificial não é novidade; depilação a laser detona até barba de homem; implantes de cabelo, de unha, de sobrancelha, e vamos deixar os transgêneros pra lá.

Nós interferimos com alquimia na sexualidade e na formação de músculos, na dor e na depressão. Quando finalmente as chamadas "drogas" forem liberadas nós teremos à disposição -- porque já sabemos como fazer a muito tempo -- substâncias capazes de provocar sonho, euforia, êxtase, languidez, relaxamente, todo tipo de sensações interessantes.

Quinta-feira, Novembro 08, 2007

.hack//Roots

...bem.

Quando .hack//Roots começa, você observa muitos personagens falando de modo vago sobre certos eventos implicitamente colocados como "apocalípticos" mas que nunca começam. Um papo de "tudo está decidido" e coisas assim aparece, bem como um "escolhido" nunca explicado.

Então você acha que .hack//Roots não se compara a .hack//Sign, que é uma série fenomenal.

Pois bem.
A primeira coisa a entender sobre o primeiro terço, mais ou menos, de .hack//Roots é o seguinte: na segunda versão do The World é possível montar guildas.
Essa é a sacada dessa parte da história: a competição entre as guildas.

Eventualmente esse tema leva a uma catástrofe.
É, então, preciso entender outra coisa: na segunda versão do The World é possível PvP em qualquer campo fora das cidades.

.hack//Roots constrói com uma lentidão quase insuportável um contexto para o jogo e quando a série termina esse contexto está completo -- a sensação de que a série não está chegando a lugar algum eventualmente se resolve.

Acredito que é necessário conhecer a série de jogos .hack -- ter visto .hack//Sign não é exatamente suficiente. Se a expressão data drain não faz sentido pra você, parte da graça de .hack//Roots se perde, ou, a confusão já existente aumenta.

Além isso, é preciso entender que .hack//Roots, apesar de ter um final, mais ou menos, é um prelúdio para uma série de três jogos de Playstation 2. A história termina em um cliffhanger. O protagonista da série é o mesmo protagonista do jogo; isso é diferente de .hack//Sign, que realmente acaba com uma resolução definitiva (hm...) para o problema do protagonista Tsukasa.

É, simplesmente, diferente de .hack//Sign -- busca emoções totalmente distintas, explora aspectos totalmente distintos dos MMORPG.
Eu ainda acho que o drama sutil de .hack//Sign foi muito mais bem construído; porém, ao contrário da minha impressão original, .hack//Roots é excelente.

Quarta-feira, Novembro 07, 2007

Meu piano...

...foi-se embora, passar uns dias em um spa.
Pelo preço que eu tô pagando acho bom que ele volte em melhor forma do que eu.
Só voltará em Dezembro. :-(

Segunda-feira, Novembro 05, 2007

.hack//Roots

Comecei a assistir semana passada.
Os primeiros episódios estão me aborrecendo um pouco.
Não parece chegar aos pés de .hack//Sign.
Vamos ver o que acontece no final.

Sexta-feira, Novembro 02, 2007

Abstinência

Puta que pariu, é difícil pra caralho ficar sem beber.
merda!